Máscara do YouTube
A máscara do YouTube permite que você utilize vídeos do YouTube por trás de um player tercerizado não-oficial que esconde elementos do player oficial do YouTube sempre que for possível. Isso permite que você incorpore vídeos do YouTube ao mesmo tempo que minimiza a exposição e valoriza sua marca.
Como ativar
A máscara do YouTube pode ser ativada diretamente em cada aula que deseja utilizar como máscara. Para isso siga as instruções a seguir:
Procure a aula que deseja ativar e clique no botão Editar
Em Geral, vá até Escolha o formato de vídeo
Assegure-se que o formato de vídeo marcado é YouTube
Coloque o URL do YouTube do vídeo desejado
Ative a opção Usar máscara do YouTube
Clique em Salvar para finalizar

Casos de uso
A máscara do YouTube é recomendada para casos de uso corriqueiros, como exibição de uma gravação de um webinar realizado, uma transmissão rápida que ficou gravada para seus alunos visualizarem, etc. Confira abaixo alguns cenários.
Vídeos em Processo de Migração — Recomendado para agilizar seu go-to-market usando vídeos do YouTube enquanto a migração dos seus vídeos para uma ferramenta apropriada, como a Ensinio Stream, esteja em andamento.
Gravações do YouTube Lives — Use para utilizar o mesmo vídeo disponibilizado pelo YouTube em sua plataforma minimizando a superfície de marca do YouTube e deixando seu vídeo com visual mais nativo da plataforma.
Conteúdo Secundário — Caso você possua uma canal público no YouTube e queira exibir seus vídeos sem utilizar elementos do YouTube onde possível, é recomendado o uso da máscara para manter o padrão visual da plataforma.
Conteúdo de Terceiros — Quando você precisar referenciar um conteúdo de terceiros hospedados no YouTube e não deseja expor publicamente o frame oficial do player do YouTube, você pode utilizar a máscara para reduzir essa superfície e tornar a visualização mais próxima à identidade de sua plataforma.
Uso Não-Sensível — Especificamente para conteúdo onde não há grandes problemas com compatibilidade ou não se trata de seu conteúdo principal, você pode utilizar a máscara para minimizar a marca do YouTube e tornar o visual mais fiel ao seu branding.
Os casos de uso acima são apenas exemplos e você deve avaliar os trade-offs apropriados para sua realidade caso opte por utilizar a máscara do YouTube frente às limitações apresentadas neste artigo.
Onde não recomendamos
A máscara do YouTube, embora utilize player com tecnologia no estado-da-arte e padrões de indústria, ainda se trata de uma implementação não-oficial para reprodução dos vídeos do YouTube.
Dessa forma, não recomendamos a utilização da máscara quando seu conteúdo for extremamente sensível a disponibilidade e compatibilidade.
O YouTube constantemente atualiza seu player e cria restrições que podem limitar a eficácia da utilização da máscara. Especificamente, não recomendamos seu uso em:
Conteúdo Principal — Seu conteúdo é o seu produto. Você deve utilizar uma solução apropriada para que possa distribuir. O YouTube é um provedor público de conteúdo e não é adequado caso precise de mitigações contra acesso não-autorizado ou pirataria. Esta máscara meramente encapsula o vídeo, não adicionando camadas significativas de mitigação contra pirataria.
Conteúdo para usuários de iOS e macOS — Por design, os sistemas da Apple utilizam uma tecnologia de vídeo overlay que acessa diretamente o buffer do vídeo e o exibe em um overlay nativo do sistema operacional. Isso tende a conflitar com a máscara e, apesar de adaptações em nosso lado para reduzir essa limitação, não é possível assegurar seu funcionamento em todos os casos.
Conteúdos com restrições do YouTube — Alguns vídeos podem ter configurações fortes de privacidade que limitam sua exibição fora do YouTube. Assegure-se que o vídeo esteja corretamente configurado. Não recomendamos seu uso caso o vídeo possua restrições demasiadas.
Sobre mitigações anti-pirataria
O YouTube é um provedor público de vídeos e não é adequado para hospedagem de vídeos que não podem ser acessíveis publicamente. Quando você habilita a máscara do YouTube, tudo que nosso sistema realiza é trocar o player — a “casca de fora” que apresenta o vídeo — por um player terceirizado que minimiza elementos visuais do YouTube, porém não impede totalmente nem evita que elementos nativos do próprio vídeo ou do feed do YouTube sejam exibidos.
Se você busca proteção contra pirataria, utilize um player de vídeo que possui camadas de mitigação de acesso não-autorizado. Note que é impossível impedir o download de vídeos na internet, mesmo com provedores privados e DRM Enterprise. Contudo, há várias medidas de segurança que os serviços de hospedagem podem oferecer para mitigar e dificultar o acesso ao conteúdo.
É importante notar que a máscara do YouTube não substitui a hospedagem de vídeo apropriada, tratando-se de uma conveniência para que você use como workaround nos casos de uso apresentados acima. Caso decida manter seus vídeos no YouTube, note que seu conteúdo pode estar facilmente disponível para qualquer pessoa devido à própria natureza do YouTube. Use um serviço de hospedagem apropriado.
Limitações conhecidas
Em dispositivos macOS e iOS, pode não ser possível utilizar a máscara devido ao overlay do sistema operacional que bloqueia o playback. Recomenda-se que a máscara do YouTube seja desabilitada caso enfrente esse problema, por ser uma restrição específica do sistema operacional que não conseguimos contornar.
Em alguns vídeos, podem ser exibidas recomendações de próximos vídeos ou vídeos relacionados, mesmo com esforço do nosso sistema para minimizar essas aparições. Infelizmente, trata-se de um comportamento que o próprio YouTube tem cada vez mais forçado no player a fim de induzir engajamento em sua plataforma. Atualmente, o conteúdo é exibido, porém os itens não ficam clicáveis. Ao puxar o vídeo, solicitamos ao YouTube que sejam exibidos apenas vídeos recomendados do próprio canal. Assim, basta utilizar um canal onde todos os vídeos são restritos, impedindo que haja recomendações.
Alguns controles como velocidade e qualidade podem não funcionar corretamente. O YouTube limita os metadados passados a terceiros, o que impede que consigamos replicar totalmente a experiência original. Quando isso for um fator importante, recomenda-se que não se utilize a máscara. Contudo, na maioria dos casos, deve funcionar corretamente.
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